Uso de Antifraude e envio de dados

Entendimento sobre o uso de Antifraude e envio de dados

A utilização de antifraude impacta diretamente quais informações precisam ser enviadas na criação de uma transação. Isso acontece porque a análise de risco depende da qualidade e da quantidade de dados disponíveis.

Quando o antifraude da Paytime é utilizado

Ao optar pelos antifraude da Paytime, a plataforma é responsável por realizar a análise de risco da transação. Para que essa análise seja possível, alguns dados do cliente são obrigatórios, pois são utilizados para validação de identidade e comportamento.

Nesse cenário:

O objeto client passa a ser obrigatório

O endereço do cliente (client.address) é opcional, podendo ser solicitado conforme o tipo de antifraude aplicado

Essas informações são essenciais para que o antifraude funcione corretamente e possa tomar decisões seguras sobre a transação.

Quando o antifraude da Paytime não é utilizado

Caso você não utilize o antifraude da Paytime, entende-se que a análise de risco será feita por conta própria, utilizando ferramentas ou processos internos.

Por esse motivo:

O objeto client torna-se opcional

A Paytime exige menos dados, pois não realizará a validação antifraude

Na prática, a responsabilidade pela análise e prevenção de fraude passa a ser totalmente do seu sistema.

Resumo das regras

Com antifraude Paytime (3DS e IDPAY)

  • client: obrigatório
  • client.address: opcional

Sem antifraude

  • client: opcional

Sobre IDPay

As informações solicitadas pelo SDK do IDPay seguem regras definidas pelo próprio fornecedor do serviço.
Por esse motivo, não é possível alterar, remover ou flexibilizar os dados exigidos pelo SDK, mesmo que alguns campos pareçam redundantes.

Esses dados fazem parte do processo de validação de identidade e são indispensáveis para o funcionamento correto do antifraude.


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